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Você sabia que a utilização de organoides facilitou o entendimento de diversas infecções virais?


Atualmente, o Brasil vem enfrentando um aumento considerável nos casos de Sars-CoV-2, ligada principalmente a variante Delta (B.1.167.2). 



De acordo com as pesquisas, mutações no seu código genético levam a alterações na proteína de membrana Spike (S) do vírus, permitindo uma adesão melhorada aos receptores das células hospedeiras. Tal fato despertou pesquisadores a compreender a fundo o processo infeccioso do vírus Sars-Cov-2.



Um recente estudo mostrou que organoides alveolares infectados com a variante B.1.1.7 produzia maior quantidade viral em estágios posteriores a infecção, explicando a maior capacidade de transmissão. 



Apesar do cenário desafiador da pandemia por Covid-19, muitos estudos foram otimizados levando a descoberta de fármacos em potencial (candidatos a novos medicamentos) com o uso de novos modelos de cultivo 3D tais como os esferoides e organoides. O uso de células humanas em um microambiente de três dimensões é muito mais próximo a realidade do que os tradicionais modelos de cultivo em 2D.



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Fonte: 


DOI: 10.1038/d41586-021-01395-z

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